domingo, 29 de abril de 2012

quando fotografo um cenário sem a presença física do ator vestido de figurino, portanto de personagem, e caracterizado, fica vazio, fica incompleto. a fotografia desse cenário sem o corpo de alguém, que faz daquele espaço-enquadramento um espaço-possível, faz parecer que o ambiente fica destituído daquilo que é mais importante: o pertencimento. dizer que antes de ser "cadeira" (o objecto-quase do saramago) é a cadeira de alguém.
o objeto isolado, a mobília, o revestimento do chão, a textura da parede... sem ator não vale a pena. a fotografia de um cenário não é o cenário em si, por não resultar no corpo do ator (e depois no enquadramento do dispositivo) a experiência do ambiente.


ator é sagrado.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

término de pesquisa me emociona tanto.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

rigor estético

quarta-feira, 11 de abril de 2012

você deveria ter melhor admirado a construção afetiva do apartamento.

dizer não, tão rápido, não quer dizer um não absoluto. se você voltar e dizer sim, eu vou dizer sim vai ser sim e todas as sílabas de todas as palavras vão cantarolar sim enquanto você não escuta eu te chamar enquanto você observa o barulho gigante da minha janela

domingo, 8 de abril de 2012

foi joão ubaldo ribeiro e o "viva o povo brasileiro" quem me trouxe para a música popular brasileira.