domingo, 29 de maio de 2011

está chovendo e a rua está congelada. uma pontinha de medo do mundo que aprisiona pássaros em gaiolas tingidas de branco. todas de arame. na outra parte do palco de teatro, uma mesa. coberta com a melhor toalha de mesa decorada com desenhos estofados de algodão da melhor cor. eles entram em cena. e fazem com que quinze minutos aconteçam devagar. polina, ai polina. apaga esse cigarro. a sanfona. o vestido marrom... pobre alegria de passarinho.

(ou)

minha estreia na cenografia teatral no próximo sábado.