quinta-feira, 22 de abril de 2010

estas circunstâncias me ajudam a entender o pouco do que resta para a margem do fim. uma guerra ou epidemia resolveria parte de todas as verdades. mas como não opto, por hora, quase nunca, pelos finais trágicos, careço de desenvolver um tipo de verdade gentil. o que as pessoas tem dificuldade de entender é que finais são compatíveis com as perdas, mas não o contrário. tudo tão disponível e, com o começo da guerra, tão absoluto, tão definitivo e muito nostálgico.