sexta-feira, 15 de agosto de 2008

mariana,

de quando parou o susto. primeiro passou por sua boca, depois escorregou para a ignomínia do tronco e então caiu como pluma... para que houvesse outros medos também.
mas não sei que parte do céu me pegou dessa vez, se a dianteira ou o pedaço nº9 do infinito. se nove é fim, então eu prefiro entender que, fechar os olhos, nada desses indícios me impedem de refrescar.

eu esperava uma grande afeição. mesmo daquelas baratas, mas baratas que balas macias de diversos sabores frutíferos. mastigáveis.
talvez pensasse em mastigar os indícios e trazer o nada, o nada-maior. o nada-nada do que você afogou hoje.

heitor.